Testemunhos

É tempo de renascer

É sexta-feira Santa. Aproxima-se a Hora, o momento para o qual fomos tentando preparar os nossos corações, “morrendo” nas pequenas coisas que nos vão afastando do amor, para renascermos na Páscoa.

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As alegrias de quem vive em missão

Quando soube que ia partir em missão e nos momentos importantes que se seguiram (missa de envio, dia da partida, chegada a São Tomé e Príncipe) sentia uma alegria tão grande, nunca antes sentida e vivida que pensava: “tanta alegria só pode vir de Deus!”. Lembro-me de desejar que este sentimento perdurasse durante todo o ano de missão. Vivia uma alegria da novidade, de me sentir eternamente grata dos planos de Deus serem tão bons para mim.
Esta alegria da descoberta perdurou durante algum tempo, mas a verdade é que há seis meses que descubro, testemunho e vivo diferentes formas de alegrias.

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A alegria de confiar!

Quando na capela do CREU a madrinha Nídia me anunciava que estava a ser chamada a partir em missão para Benguela um imenso mar de perguntas percorreu a minha cabeça. E, bem antes de eu sequer perguntar ela dizia-me: “Não saberás já que projeto vais acompanhar. Nos próximos dias a Carmo ligar-te-á.”

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As minhas "Mulherzinhas"

Surge linda, qual personagem das histórias de além-mar. Senhorinha de vestido delicado, trança em arco no cabelo, porte miúdo em jeitos de garota, força de gigante num vulgo tão doce. Eis Gabi, outra vez linda. Vive em Ponta Baleia, na roça de Porto Alegre. Faz parte do Grupo de Mulheres, do grupo de produção de farinha de mandioca e do grupo de fabrico de sabão artesana1. Trabalha na capina da estrada, é agricultora em terreno próprio, cuidadora de casa, dos seus 5 filhos, esposa.

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Lavar a roupa

Se tivesses que escrever uma carta a uma comunidade, como São Paulo, o que lhes dirias? – esta foi a proposta final de uma Oração Comunitária. Longe de ser como São Paulo, aqui partilho uma das carta que escreveria às comunidades com quem agora vivo.

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De dias comuns se faz a Missão

É mais fácil partilhar acontecimentos extraordinárias de missão como os dias de festa, as visitas, as experiências diferentes que vivemos, mas a missão faz-se maioritariamente de dias “normais” que preenchem e que dão sentido ao nosso trabalho e à nossa vida. Os dias extraordinários dão cor e beleza, mas são os dias comuns que delineiam os contornos da nossa vida, dando-lhe forma e solidez.

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