Testemunhos

O dia mais feliz da minha missão

Existem pessoas que conseguem especificar o dia mais feliz da vida delas, o nascimento de um filho, o casamento com a pessoa amada, o terminar um curso superior ou um mestrado, a conquista de um sonho há muito esperado e conseguido com muito trabalho. Eu já disse tantas vezes, aquele foi o dia mais feliz da minha vida, mas depois, mudei de ideias e tive outro que o superou e mais outro.

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O Chapéu

6 meses se passaram... E hoje volto a acordar ao som do mar, preparada para sair. Escrevo para vos manter em missão comigo, connosco, como prometido. Falo, desta vez, de outro projeto que acompanho, o grande chapéu dos projetos dos Leigos para o Desenvolvimento, O Grupo Comunitário.

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A vida na Graça e no Alto Catumbela

Estes dias, meses, têm passado a correr, não sei se é de ter tanto que fazer e em que pensar que o tempo até parece ser pouco para aquilo que é preciso ainda, mas sinto-me muito agradecido por ter aceitado este desafio e por ter sido aceite.

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“Meu Senhor e Meu Deus”

As missas aqui em S. Tomé são muito diferentes das de Portugal. Os cânticos são muito animados, com batuques e coros grandes, toda a gente canta, bate palmas, dá as mãos, dança! Às vezes, para além do peditório normal, fazem-se grandes ofertórios, em que as pessoas oferecem o que têm e põem, desde barras de sabão até galinhas vivas, panelas de sopa, mesas, cadeiras…! Mas o que me intrigou mais foi o facto de, no momento da elevação da hóstia e do cálice na Consagração, toda a assembleia dizer em voz alta, elevando as mãos e os olhos para o Céu, “Meu Senhor e Meu Deus!”

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Como assim um ano sem férias?

O ano de 2019 entrou em Moçambique com todo o fulgor. Frenético, enérgico e atarefado, por vezes, tenho a sensação que fui disfarçadamente tele-transportado ou que caí numa falha cósmica que me enviou para o velho continente.
Vivendo agora as últimas semanas destes mais de dois anos de missão, longe vão os tempos do “vacani vacani”* e do “leve-leve”.

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Viver em missão

Estou em missão na Caparica-Pragal há quase dez meses e sinto que ainda pouco conheço e vivenciei nesta nova realidade, mas aos poucos começo a senti-la como minha.

Aqui cada dia é preenchido e intenso. Intenso nas relações com as pessoas com quem estamos e trabalhamos, com os novos amigos, com a minha comunidade e na relação com Deus.

Estar em missão é estar ao serviço. É servir sem estar à espera de ser servido. É crescer e ajudar o outro a crescer.

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