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Testemunhos

Teresa Cruz
De dizer obrigada… Chego agora à reta final deste tempo “bengalense”, sentindo uma certa estranheza por não perceber muito bem o que aí vem agora e por já estar habituada a ter uma agenda cheia de encontros e conversas e momentos preciosos com pessoas que só pertencem aqui, a este lugar quase sagrado.
Rita Marques
Se a minha missão fosse um jogo e eu tivesse ido parar à “Casa da Esperança” o cartão correspondente seria: “Estás com sorte! Chegaste à melhor casa do jogo! Ficarás aqui um ano. Esta casa ajudar-te-á nas alegrias, nas surpresas e nos desafios que estão reservados para ti. Confia!”
Constança Nunes
Um dos projetos que me foi confiado durante este ano de missão foi contar a história do Bairro da Boa Morte (o “Bairro”) através da história de vida de alguns dos seus moradores. Com a intenção de, por um lado, potenciar o espírito comunitário e identidade do Bairro junto da comunidade local e, por outro lado, promover o mesmo fora deste, pretendendo-se criar uma exposição itinerante das histórias recolhidas, que possa ser apresentada não só no Bairro, mas também em diversos locais da cidade.
André Patrício
670 dias! Nem mais, nem menos. 670 dias de África, 670 dias de crescimento, 670 dias de gratidão. 670 dias passados desde que deixei a minha amada e saudosa pátria portuguesa, mas na companhia de povo e gente que me faz sentir que nunca saí de casa.
Marta Horta
O GAIVA (Gabinete de Apoio à Inserção na Vida Ativa), está situado no CJG (Centro Juvenil da Graça), mesmo à entrada no bairro, local de passagem de muita gente. Aí, onde passo grande parte de muitos dos meus dias há uma janela com vista privilegiada.
Constança Turquin
As marchas populares são também um grande momento do ano aqui na outra Margem! As pessoas juntam-se no bairro e ensaiam a coreografia, preparam arcos e adereços e todos lutam pelo primeiro prémio!
Pia Ornelas
Desde pequenina que me lembro da minha avó dizer que não devia apanhar boleia de ninguém. Na verdade, ela dizia isto com medo do que o entrar no carro com um desconhecido poderia provocar em caminhos europeus. Aqui em S. Tomé, aposto que os avós dizem: “vê se consegues uma boleia”. Isto porque faz com que chegue de forma segura e mais rápida ao destino. Apesar de as frases serem contraditórias, na sua essência são iguais, a questão aqui não é a boleia, mas sim a preocupação e o amor por cada neto.
P. Fernando Ribeiro, sj
Quase 20 anos depois regressei a Benguela, à mesma cidade onde fui missionário com os Leigos para o Desenvolvimento (LD), durante 2 anos.

Notícias

Demos por concluído o processo de recrutamento para a vaga de Gestor(a) de Projetos. A esta vaga concorreram 122 candidatos dos quais 7 foram selecionados para entrevista. Muito em breve teremos um novo elemento na equipa e ficamos muito contentes por este reforço. Agradecemos a todos os que partilharam, concorreram e nos apoiaram neste processo e desejamos a todos os candidatos o maior sucesso pessoal e profissional.
O distrito de Cuamba (Niassa, Moçambique) acolheu nos passados dias 3, 4 e 5 de julho um conjunto de encontros, nas Escolas Primárias próximas das Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN), com o objetivo de sensibilizar pais, encarregados de educação e população em geral para a importância da educação e em particular da educação pré-escolar.
Durante o mês de julho realizou-se o 1º Campo de Férias na comunidade de Porto Alegre em S. Tomé e Príncipe, onde cerca de 50 crianças, dos 6 aos 12 anos participaram. Este campo de férias foi dinamizado por 6 jovens locais, que durante as férias da Páscoa participaram numa formação para monitores de campo de férias, tendo agora a oportunidade de pôr em prática o que aprenderam.
As Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN) promoveram como habitualmente a Campanha Anual de Vacinação nas Escolinhas das zonas de Mitucué, Massamba e Etatara, todas elas no distrito de Cuamba. A campanha que decorreu nos dias 9, 12 e 13 de julho, teve por objetivo fomentar o acesso de cuidados de saúde primários a populações distanciadas dos grandes centros urbanos, vacinar e explicar o processo de vacinação às crianças das escolinhas comunitárias, fornecendo igualmente desparasitantes e suplementos vitamínicos, bem como vacinar adultos das comunidades circundantes às escolinhas.
Desde o passado dia 25 de Junho de 2018 que a Coordenação do Grupo Comunitário do Bairro da Graça está a visitar as 43 entidades que compõem o grupo. Há já algum tempo que estas visitas eram desejadas e após uma reunião de coordenação, onde foi feita a reflexão do trabalho do primeiro semestre do ano, os cinco elementos da coordenação iniciaram este trabalho.
Foi no passado sábado, dia 21 de julho, que as comunidades de Porto Alegre, Vila Malanza, Ponta Baleia e Ilhéu das Rolas se juntaram, em festa, para inaugurar o Centro Cultural Comunitário de Porto Alegre (CCC) que sofreu uma obra de reabilitação.
Os dias 27 e 28 de junho e 2 de julho foram os dias escolhidos pela Coordenação e pela Supervisão das Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN), capacitadas pelos Leigos para o Desenvolvimento, pela FEC – Fundação Fé e Cooperação e pela Diocese de Lichinga, para promover intercâmbios entre as diversas comissões de gestão das diferentes escolinhas.
A Escola Superior de Educação Paula Frassinetti enviou a Professora Ana Pinheiro ao terreno para visitar as Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN), entre os dias 20 e 27 de junho, no âmbito do projeto Othukumana II resultante da parceria entre os Leigos para o Desenvolvimento, a Fundação Fé e Cooperação e a diocese de Lichinga, província do Niassa, no âmbito de um financiamento da MIsereor/Kindermissionwerk.
No passado dia 25 de Junho começou a 4ª Edição do Epongoloko Lyukãy, um dos momentos mais importantes para o projeto da “Mudança da Mulher” no bairro da Graça em Benguela, Angola.