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Testemunhos

Constança Turquin
Há umas semanas lia uma história do livro “Ao largo” de José d’Almansor. Falava do canivete suíço. Temos sempre tendência a dominarmos, a ser o nosso ‘eu’ quem governa procurando desesperadamente atenção e reconhecimento através das nossas ideias inovadoras e projetos ‘espetaculares’. Esquecemo-nos porém que o desenvolvimento conjuga-se na primeira pessoa do plural.
Gonçalo Vaz Pedro
Por estes dias a nossa Comunidade teve a sorte de receber a visita da Carina - a voluntária LD que me antecedeu no Espaço Criança*. É difícil de descrever a sensação que vivi quando a revi no aeroporto. Conheci-a há mais ou menos 11 meses atrás, altura em que ela me recebia aqui em Benguela, para me passar o projeto do qual tinha sido responsável no ano anterior. Passados 15 dias, ela regressava a Portugal e coube-me a mim assumir as suas funções. Revê-la agora foi como se começasse a tocar o alarme do telemóvel, para me avisar que a aventura está a chegar ao fim. E claro: que agora é a minha vez de passar o projeto. Tudo passou mesmo muito rápido… E neste ano aconteceu tanta coisa…
Marta Barreiras
“Deus quer, o homem sonha e a obra nasce”, a missão da Caparica-Pragal constata isso mesmo.Há muito que os Leigos para o Desenvolvimento (LD) sonhavam em ter uma missão em Portugal e quis Deus que este fosse o ano para tornar real este sonho.
Teresa Cruz
De dizer obrigada… Chego agora à reta final deste tempo “benguelense”, sentindo uma certa estranheza por não perceber muito bem o que aí vem agora e por já estar habituada a ter uma agenda cheia de encontros e conversas e momentos preciosos com pessoas que só pertencem aqui, a este lugar quase sagrado.
Rita Marques
Se a minha missão fosse um jogo e eu tivesse ido parar à “Casa da Esperança” o cartão correspondente seria: “Estás com sorte! Chegaste à melhor casa do jogo! Ficarás aqui um ano. Esta casa ajudar-te-á nas alegrias, nas surpresas e nos desafios que estão reservados para ti. Confia!”
Constança Nunes
Um dos projetos que me foi confiado durante este ano de missão foi contar a história do Bairro da Boa Morte (o “Bairro”) através da história de vida de alguns dos seus moradores. Com a intenção de, por um lado, potenciar o espírito comunitário e identidade do Bairro junto da comunidade local e, por outro lado, promover o mesmo fora deste, pretendendo-se criar uma exposição itinerante das histórias recolhidas, que possa ser apresentada não só no Bairro, mas também em diversos locais da cidade.
André Patrício
670 dias! Nem mais, nem menos. 670 dias de África, 670 dias de crescimento, 670 dias de gratidão. 670 dias passados desde que deixei a minha amada e saudosa pátria portuguesa, mas na companhia de povo e gente que me faz sentir que nunca saí de casa.
Marta Horta
O GAIVA (Gabinete de Apoio à Inserção na Vida Ativa), está situado no CJG (Centro Juvenil da Graça), mesmo à entrada no bairro, local de passagem de muita gente. Aí, onde passo grande parte de muitos dos meus dias há uma janela com vista privilegiada.

Notícias

Antecedendo os trabalhos do III Fórum Provincial Juntos pela Criança, a comissão organizadora do evento (Diocese de Lichinga, Leigos para o Desenvolvimento e Fundação Fé e Cooperação) entendeu criar um momento específico para que as Organizações da Sociedade Civil (OSC) que desenvolvem projetos na área da pequena infância em Moçambique pudessem partilhar as suas intervenções.
O Grupo de Comerciantes do Bairro da Boa Morte, em S. Tomé e Príncipe, pretende criar uma Rota de Comércio Tradicional da Boa Morte, partido do desenvolvimento de potenciais pontos de interesse turístico no bairro e tem trabalho ativamente para atingir este grande objetivo.
No dia 20 de agosto, o grupo Epongoloko Lyukãy (Mudança da Mulher) realizou a 2ª Assembleia Geral para se decidir o futuro do grupo. Na ordem de trabalhos estava contemplada uma palestra sobre o associativismo e cooperativismo e a votação em plenário para se decidir se o grupo se transforma numa associação ou numa cooperativa.
O grupo de mulheres Trabá só cá dá tê - “Só quem trabalha tem”, em forro santomense - visitou, no passado mês de agosto, duas fábricas que se dedicam à transformação de produtos da terra e naturais de São Tomé e Príncipe. Bem cedo as mulheres saíram de Vila Malanza com muita vontade de ver e aprender coisas novas e de passarem um dia diferente, dedicado a elas e ao convívio salutar entre todas.
Entre os dias 20 e 24 de agosto realizou-se no Bairro da Graça (Benguela, Angola), mais uma edição dos Campos de Férias do Espaço Criança. Durante 5 dias, as crianças que frequentam o Espaço no decorrer do ano letivo e mais algumas crianças do Bairro, tiveram a oportunidade de ocupar a sua pausa letiva de uma maneira bem especial.
Os Leigos para o Desenvolvimento têm acompanhado nos últimos anos o Grupo de Tchiloli, Formiguinha da Boa Morte, oriundo do Bairro da Boa Morte em S. Tomé, que existe desde 1956.
Terminou no passado dia 29 de julho um ciclo de formação às Comissões de Gestão e Supervisores das Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN) que havia iniciado no mês de maio do corrente ano. Esta ação formativa contemplou um total de cerca de 30 horas, ao longo de 3 ações de formação.
Demos por concluído o processo de recrutamento para a vaga de Gestor(a) de Projetos. A esta vaga concorreram 122 candidatos dos quais 7 foram selecionados para entrevista. Muito em breve teremos um novo elemento na equipa e ficamos muito contentes por este reforço. Agradecemos a todos os que partilharam, concorreram e nos apoiaram neste processo e desejamos a todos os candidatos o maior sucesso pessoal e profissional.
O distrito de Cuamba (Niassa, Moçambique) acolheu nos passados dias 3, 4 e 5 de julho um conjunto de encontros, nas Escolas Primárias próximas das Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN), com o objetivo de sensibilizar pais, encarregados de educação e população em geral para a importância da educação e em particular da educação pré-escolar.