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Testemunhos

Constança Nunes
Com alguma imaginação podemos comparar a dinâmica organizacional e participativa do Grupo Comunitário da Boa Morte à dos Cavaleiros da Távola Redonda, pela primeira vez escrita por Wace, no século XII. Na lenda, os Cavaleiros escolhidos pelo rei reuniam-se na Távola Redonda, simbolizando a posição de igualdade e a honra para os homens de confiança do rei, a fim de discutirem e definirem estratégias de batalha.
Diogo Gaspar
Não, não tenho intenção de reescrever o Sermão da Montanha sobre as 9 fórmulas de felicidade mais conhecidas como Bem-Aventuranças. Quero apenas constatar mais uma fórmula de felicidade. Ora vejamos…
Marta Horta
Sempre gostei do Natal. Sou aquela pessoa que, mal acaba o verão começa a contar o tempo para o Natal. Gosto das músicas, das luzes e da magia que se vive nas ruas da cidade do Porto. Sou adepta assídua da manta, do sofá e dos filmes (sempre os mesmos) que passam na televisão nesta altura. Mas acima de tudo, o Natal para mim é família, paz, alegria, frio lá fora e um calor no coração ao qual nunca soube bem dar um nome.
Pia Ornelas
Em Portugal utilizava com frequência a típica expressão: o Natal é quando o Homem quiser… Usava-a em parte para me “descartar” de alguma coisa, ou de um jantar que não podia ir, ou de uma prenda esquecida ou sem grande entusiasmo para a comprar, ou até mesmo de uma “boa ação” de Natal.
Joana Antunes
Uma vez por ano, os gestores de projeto das missões dos Leigos para o Desenvolvimento visitam o terreno. É um tempo muito rico para todos, no qual os gestores de projeto estão nas comunidades locais, nos projetos e connosco, as comunidades LD.
Rita Marques
Sempre gostei de padrões.África tem sido um belo padrão na minha vida… Há dois meses Benguela é o padrão nos meus dias. Padrões que abraçam pessoas, objetos e momentos. O primeiro dos dias vem da voz do moço da Hiace. Não falha: 6h é a hora de acordar com o chamamento daqueles que querem fazer caminho até ao Bairro da Graça. Os outros vão surgindo no decorrer dos dias, fazendo lembrar o tanto que Deus dá.
Marisa Queirós
“Não há verde como em São Tomé…”, recordava a doce Ana com a felicidade de ter estado em missão pelos Leigos para o Desenvolvimento nesta terra de encantos verdes.Há muitos verdes em São Tomé. Verde intenso cor da natureza bruta, verde dourado espelho do sol, verde prata da chuva que suaviza, verde mesclado no azul sereno do mar, verde com sonhos de esperança...
Filipe Gonçalves
Cerca de dois meses passaram desde que eu juntamente com mais 6 voluntários LD rumámos a São Tomé, para ficarmos pelo menos durante um ano, como voluntários missionários, membros desta família Leigos para o Desenvolvimento. E que grande felicidade é fazer parte desta família, que dá de graça e recebe a graça do amor.

Notícias

Demos por concluído o processo de recrutamento para a vaga de Coordenador(a) de Projetos para o Programa de Desenvolvimento Comunitário na Caparica-Pragal, em Almada.
Antes da Palestra Histórias de Vida Incríveis começar, já um grupo de jovens esperava à porta da sala 2 do Centro Juvenil da Graça. Entre eles, Cesário Higino, partilhava as suas expectativas: “Com esta palestra espero receber forças para superar na vida. Espero saber sobre a vida do palestrante e conseguir lidar com os obstáculos que vou encontrando. Em alguns momentos, no Grupo Comunitário da Graça, o Professor já foi partilhando algumas coisas mas talvez este seja o momento mais específico para falar mais sobre ele”.
Se Alexandre Dumas ainda fosse vivo e se, por acaso, conhecesse a história da construção do novo Espaço Criança (EC), com certeza que lhe viria a cabeça a possibilidade de reinventar o seu romance “Os Três Mosqueteiros”. Neste caso os mosqueteiros não seriam Athos, Porthos e Aramis, mas sim a Teresa, o Clemente e o Vicente… Enquanto o D 'Artagnan, esse seria o Salu. E quem melhor para nos contar como está a ser vivida esta história, se não os próprios Mosqueteiros?!
Para o Grupo Comunitário do Bairro da Graça o ano de 2017 terminou em festa, já sabido o tanto que o início de 2018 traria. Foi no passado dia 3 de janeiro que chegou a Benguela o Professor Doutor Rogério Roque Amaro, professor do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, para acompanhar os trabalhos do Grupo Comunitário.
Eram 7 horas da manhã do dia 16 de Dezembro e o grupo de Mulheres de Porto Alegre Trabá só cá dá tê(¹) reunia-se alegremente ao redor dos tachos e temperos coloridos. Finalmente, tinha chegado o dia tão ansiado e preparado há meses.
No âmbito do apoio da Fundação Calouste Gulbenkian num projeto piloto de promoção do Tchiloli enquanto resposta de Indústria Criativa, o Teatro Viriato de Viseu, fez-se representar por Graeme Pulleyn, encenador e Ricardo Machado, coreógrafo, de 12 a 19 de dezembro na Cidade de São Tomé, mais propriamente no Bairro da Boa Morte para uma semana de diagnóstico.
A ONGD - para o Desenvolvimento (LD) procura, para colaborar no Programa de Desenvolvimento Comunitário na Caparica e Pragal, em Almada, um(a) Coordenador(a) de Projetos que será responsável pela coordenação e gestão dos projetos do referido Programa, incluindo a coordenação e supervisão da equipa de terreno.
Foi com toda a pompa e circunstância que as crianças que ao longo do último ano frequentaram o Espaço Criança (EC), um centro de ocupação de tempos livres no Bairro da Graça em Benguela, encerraram o ano! O passado dia 23 de novembro foi um dia que certamente ficará na memória destas crianças. Este foi um dia diferente: o dia de ir ao Parque Infantil da Catumbela.
Foi com grande alegria e satisfação que as mulheres do grupo Trabá só cá dá tê ("Só quem trabalha tem", em forro santomense) receberam os certificados das formações que frequentaram ao longo do ano, em áreas tão distintas como a costura, renda/crochet, produção de sabão artesanal e fabrico de bolo pintado.