"O Povo Macua" pela voluntária Liliana

"Após sete meses de voluntariado em Cuamba, a admiração por este povo cresce a cada sol que nasce. Questionei-me e questiono-me várias vezes, sobre a forma como este povo nos recebe, nos cumprimenta, sempre com um olhar carregado de esperança, um sorrisso cheio de ternura e um apertar de mãos, com tanto respeito, que nos responsabiliza ainda mais, relativamente à missão que nos foi confiada…"

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Ser Leigo para o Desenvolvimento: Um presente com passado...

"Ser Leigo para o desenvolvimento é viver como regra de vida “a lei da caridade e do amor que o Espírito Santo escreve e imprime nos nossos corações.” Procurando promover os vários países onde estamos presentes, acabamos por nos transformar a nós próprios ao nos lançarmos nesta aventura. Não somos apenas Leigos para o Desenvolvimento, mas também, e acima de tudo, Leigos em Desenvolvimento. Através de tudo o que experimentamos e vivenciamos, acabamos por ser moldados e transformados pelas pessoas com quem vamos fazendo caminho. Tal como a pedra do rio oscila com a força da corrente e acaba por polir as suas arestas ao rolar sobre outras pedras, nós próprios vamos crescendo, vamo-nos desenvolvendo..."

"Pensatempos de Missão" pela voluntária Andreia Machado

"... E depois, apesar de ser "nova" no bairro, é como se já fosse conhecida pelas voluntárias anteriores. Muito mais do que eu, parece ser uma maneira de estar LD que é reconhecida. E isto agrada-me, porque acontece naturalmente... e o que perco em protagonismo/reconhecimento, ganho em relação, em amar (e ser amada) desinteressadamente... E em realismo, porque relativiza a minha contribuição num projecto muito maior do que eu. Acho que a humildade a que aspiro passa por aqui, ser mais, sendo menos... Que amar, ao jeito cristão, é ir aprendendo isso ao longo da vida..."

"CA-PU-LA-NA" pela voluntária Nídia Cardoso

"A capulana acompanha a mulher em todos os momentos da sua vida, é um simbolo que mostra a força do ser mulher. Seja ao ter os seus filhos, no dia do casamento, numa visita do governador à cidade, numa ida ao hospital, ao mercado, à igreja, à machamba. Usam por uma questão de simbolismo, de cultura mas também por estilo, para marcarem a sua feminilidade. E se um dia importante como o de festejar a mulher Moçambicana se aproxima fazem-se filas para adquirir a capulana com a Josina Machel (patrona do dia da Mulher Moçambicana). Juntam-se os últimos meticais, da venda do milho desse mês, para ir ao mercado comprá-la e nesse dia a mulher tem a sua capulana vestida. Vestida dos pés à cabeça, lenço, camisa, saia, para quem tem mais dinheiro ou simplesmente com uma à cintura. Mas a capulana está..."

"Andar de hiace em Benguela cuia bwé!... testemunho de Mariana Matos

"A lotação máxima escrita no livrete é geralmente de 12 lugares, mas pode levar 20 pessoas! Sem contar com bebés ao colo, claro! Quando quer encaixar mais alguém, o cobrador grita “Emagrece só!” e a pessoa lá se senta. E não tem limite de carga. Estas carrinhas são polivalentes: desde alguidares com 1 metro de diâmetro com peixe fresco, a galinhas, já uma vez andei num hiace com uma cabra viva, bancos de madeira, enfim, qualquer coisa que tenha de ser transportada, um hiace leva..."

NOTÍCIAS

Campanha Tijolo a Tijolo

Campanha Tijolo a Tijolo. Uma escola que cresce em Timor-Leste.

Contribua para a construção da SALA POLIVALENTE da Pré-Escola Santo Inácio – Díli. A sala polivalente será utilizada como sala de professores, de acolhimento dos pais e de trabalho realizado pelo Clube das Mães, em atividades de costura para criar o seu rendimento e a sustentabilidade da Pré-Escola.

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Leigos para o Desenvolvimento


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